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“Reconhecimento nacional da Festa do Mastro fortalece a identidade cultural e o senso de pertencimento do povo de Capela” defende Nitinho

Projeto visa à proteção nacional, preservação histórica, investimentos e a difusão entre gerações

Por Eliz Moura, jornalista

“A Festa do Mastro é um símbolo de identidade e de pertencimento do povo de Capela”.

A definição é do deputado federal Nitinho Vitale, PSD-SE, autor do Projeto de Lei nº 3142/2025, que reconhece oficialmente a Festa do Mastro, tradicionalmente realizada no município de Capela, em Sergipe, como manifestação da cultura nacional e Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

“A proposta tem como objetivo preservar uma das maiores expressões da cultura nordestina, que une fé, folclore, história e desenvolvimento regional”, defende o autor.

> “A Festa do Mastro é muito mais do que um evento cultural: é a representação do sentimento de pertencimento de um povo que honra suas raízes, sua fé e seus laços comunitários. Este reconhecimento é um gesto de respeito e de valorização à identidade do povo capelense”, afirmou o deputado.

Com cerca de 36 mil habitantes, segundo estimativas do IBGE (2024), o município de Capela, situado no leste sergipano, transforma-se todos os anos em um grande palco de devoção e cultura popular. A Festa do Mastro, que ocorre tradicionalmente no mês de junho, em honra a São Pedro e São Paulo, tem raízes que remontam ao século XIX.

“Ela é conduzida em forte parceria com a Igreja Católica, que promove ativamente as missas, novenas, procissões e bençãos”, testemunha Nitinho, assíduo frequentador da festa.

Um dos principais rituais da festa é o corte dos mastros — troncos de grandes árvores retiradas das matas da região, por grupos tradicionais conhecidos como “mastreiros””.

“O transporte dos mastros até o centro da cidade é feito em um cortejo alegre e simbólico, marcado por cantorias, batuques, trajes típicos e manifestações de fé”, relata o deputado.

“O ponto alto é a levantada dos mastros em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Purificação, símbolo de renovação espiritual e união comunitária”, descreve o deputado.

Ele informa ainda que o município estima que a festa mobilize direta e indiretamente mais de 2.500 pessoas, entre organizadores, músicos, artesãos, comerciantes, profissionais de turismo, segurança e religiosos. O evento atrai um público de aproximadamente 40 mil visitantes ao longo de sua programação, o que supera a população local e movimenta significativamente a economia do município.

De acordo com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, a Festa do Mastro gera um incremento de cerca de R$ 4 milhões na economia local, beneficiando pequenos empreendedores, redes de hospedagem, bares, restaurantes e o comércio popular. O artesanato típico e as comidas tradicionais ganham grande destaque, impulsionando a renda de famílias inteiras.

Além de sua relevância econômica, a festa também tem importante valor educativo e patrimonial, sendo tema de projetos escolares e ações de preservação da memória oral e artística.

A proposta do deputado Nitinho Vitale, ao reconhecer a Festa do Mastro como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, visa garantir seu registro e proteção legal, além de abrir portas para o apoio técnico e financeiro por parte de políticas públicas de valorização da cultura popular.

Foto: Divulgação/Internet/Senoticias

Assessoria de imprensa
Gabinete Nitinho Vitale

Deputado federal

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